Quarta-feira, 26 de Setembro de 2018

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Brasil

Publicada em 19/01/17 às 13:50h - 172 visualizações
AMOR PRÓPRIO: O AMOR DA SUA VIDA!

Na Graça Do Espirito


 (Foto: Na Graça Do Espirito)

 O amor pode ser um sentimento abstrato para certas pessoas, vago, pouco presente, mas tangível e evidente para outras. Defini-lo não é nossa intenção e nem mesmo hierarquiza-lo em níveis de veracidade - até porque ele é íntimo -, mas defender uma de suas mais essenciais matrizes.

Fazemos parte de uma das gerações de pessoas que cresceram lendo livros, HQ's e ou assistindo a filmes, novelas e séries, que envolviam muitos temas e dentro deles, na maioria, lá estava a temática amor. Ela não abandona a arte tal como não deve abandonar nossas vidas. A arte, como um possível meio de bem retratar a vida, motiva seus autores a explorarem tema tão essencial, trazendo-nos exemplos - ora embasados sob fatos reais, ora sob fatos fictícios - sobre como o amor pode se manifestar em cada um de nós e nas demais pessoas, confirmando sua magnitude.

Ou seja, dentro de nosso íntimo, nas profissões exercidas, em nossos hobbies; ou compartilhado em um lar, com os pet's e familiares, assim como entre amigos, namorados, amantes, cônjuges etc.

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Crescemos condicionados a acreditar que o motor da vida é o amor e, sim, ele é, pois sem ele somos meros fantoches das emoções e ações humanas. Esta é a principal questão que enfatizamos, mas o amor não se relaciona, estritamente, com o estado civil do indivíduo. Não precisamos estar casados para termos amor. Ele é amplo, independente de status, revelando sua matriz mais crucial. Não há necessidade de qualificações ou títulos para compreendermos que o amor próprio é um grande motor da vida e da conquista da felicidade individual.

Na esfera do amor, por mais que acompanhemos séries, sagas, filmes, por mais que sejamos atingidos todos os dias pelas ideias e pelas opiniões mais clichês sobre o tema, a experiência dos anos vividos revela-se como a fonte mais fidedigna da constatação: O amor próprio é o amor da nossa vida. O amor romântico, em sua mais fina e idealizada perfeição, o sonho próximo dos contos de fadas da Disney assistidos na infância e adolescência, precisa esperar. O amor próprio tem necessidade de vir, de ser, amadurecer, fazer-se presente e constante, bem antes do amor romântico.

Quem um dia viveu uma ilusão amorosa com um parceiro a quem muito amou, pode reconhecer essa urgente necessidade. Viveu ou conhece alguém que, passou a amar o que a pessoa poderá oferecer de conforto e conveniência material, alimentando uma ilusão, permitindo sofrer ou causar humilhações (Gaslighting), e de repente o sentimento ir embora, contradizendo o que se dizia um sentimento genuíno? Como um vento passageiro, esvaindo-se junto, do outrora amor, o respeito.

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Sem ele há desgaste da estrutura emocional, indo embora, também, o carinho e a consideração. Nestes casos, a escassez do bom sentimento abre lugar para o ódio, para as mágoas e rancores. Sem espaço para o perdão, todo o oposto da concepção do que há de bom no verbo amar estabelece-se. Em outros casos, ambas as pessoas nutrem o bom sentimento durante o relacionamento, respeitam-se da melhor maneira possível, mas, ainda assim, há chances do laço ser perdido em algum momento, o sentimento diminuir e enfraquecer-se a ponto de desencadear na separação.

Tanto a vida quanto nós sofremos mudanças no decorrer do tempo, logo, em relação ao amor não é diferente. Apesar disto, após o término de relacionamentos respeitosos as chances de permanecer algum nível de amizade e consideração não é pequena, como é quase mínima para o caso anterior acima exposto. Não há fórmulas, sentimentos e pessoas são pouco mensuráveis. Não existem padrões fechados e certos: começa assim e termina assim.

Submeter-se à falta de respeito dentro de um relacionamento, entretanto, é a maior brecha para a infelicidade, mágoas, rancores. Sentimentos estes que nos bloqueiam, criando até mesmo profundos traumas. Vivenciando tudo isto, atrasamos nosso real encontro com as maravilhosas sensações de paz, amor real, conquistas de prosperidades diversas e satisfações pessoais. Atualmente, as pessoas vivem como se houvesse algo de errado com elas caso estejam solteiras. No entanto, existem pessoas solteiras mais felizes do que algumas casadas, por exemplo. A sociedade impõe padrões ideais, como o do casamento, que são facilmente violados. As traições conjugais são bons exemplos: revelam um lado vil e decaído das pessoas dentro de seus estados civis sociais, incrustados de comezinha felicidade superficial, mantidos por razões que muitas vezes ultrapassam o amor.

Quem se ama antes de amar outras pessoas, quem não diz sim para tudo a fim de agradar a quem ama, passando por cima de si mesmo, mas se valoriza, pode gerar uma sensação de egoísmo no seu outro. Colocar-se, sempre, em primeiro lugar, pois o amor próprio requer, sim, certo egoísmo. Todas as situações e os momentos da vida são passageiros e viver para satisfazer prazeres que, também, não são os nossos pode desencadear frustrações e decepções. Em qualquer relacionamento vivido, precisamos valorizar uma "via de mão dupla", ele (ela) me ajudou, então farei o mesmo e vice-versa. Do contrário, passamos por cima de nós mesmos, sendo desgastados, usados, desvalorizados, autorizando a falta de respeito do parceiro (a), permitindo que nossos propósitos de vida e sonhos sejam meros objetos atrofiados pelo ego alheio. O amor próprio é aquele em que você se respeita, valoriza seu esforço, não abre a "porta" para tolas críticas negativas, filtra a discórdia, não permitindo que o relacionamento retroceda para tratamentos ainda piores.

Ame-se antes de amar alguém, zele por sua saúde. Tenha respeito pelos seus sentimentos, pelo seu limite emocional, por seu corpo, alma, pela sua origem e história de vida. Que essa mensagem desperte o amor no íntimo de quem necessite, neste momento. Não há perfeições, ame-se como é, perdoe-se, aceite suas falhas. Um pouco de orgulho cai bem, sim.

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Quem precisa aceitar-se, em primeiro lugar, é você. Ninguém deve nos amar mais do que nós mesmos (as). Caso tenha dificuldades para enxergar suas qualidades, pare um pouco, afaste-se daquelas pessoas que lhe desvalorizam e criticam seus aspectos negativos. Dê-se um tempo e conheça-se mais, pois mudamos. Procure exercitar suas habilidades, espiritualize-se, se for do interesse, faça todas as coisas que goste, retome o foco e o volante da sua vida. Invista no seu bem maior: o amor próprio é o grande amor de nossas vidas.







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